sexta-feira, agosto 26, 2005

nova alma

“…É este o momento... Somos convidados a passar do namoro para o amor, do romance para o verdadeiro amor, de relações que são uma iniciativa da personalidade para uniões iluminadas pela Alma... Somos instados a amadurecer na nossa verdadeira totalidade, como seres humanos que são de facto Almas divinas eternas, e somos convidados a fazê-lo numa relação... A mesma jornada que iniciámos como personalidades, pede-nos que terminemos como Almas... Isto significa muitas coisas:
Primeirodesistir da ideia de que a relação será perfeita;
Segundomuito provavelmente, ter mais do que uma relação significativa na vida;
Terceirodesligarmo-nos das formas que conhecemos anteriormente;
Quartoamar mais, de maneiras diferentes, com uma convergência talvez menos pessoal e seguramente menos auto envolvente;
Quinto actuar segundo princípios espirituais em cada dia nas nossas relações
.
(From: Daphne Rose Kingma)

10 comentários:

reverse disse...

Primeiro: Uma relação nunca é perfeita (quanto mais não seja porque nós não somos perfeitos)
Segundo: ter mais q uma relação significativa na vida. Uma, duas, três (o valor de significativa vai por vezes sofrendo alterações. O que era significativo, pode deixar de o ser)
Terceiro:Desligarmo-nos das formas que conhecemos anteriormente. A Personalidade ser colocada num segundo plano? Aquilo que verdadeiramente somos ser abafado pelo que devemos ser? Possível claro, mas a partir de uma certa idade, penso que voltamos ao princípio. A Personalidade vem ao de cima.
Quarto: Amar mais, de maneiras diferentes (..)com uma convergência menos auto envolvente.Como é empolgante, como nos faz viver de forma mais intensa este amar mais de maneiras diferentes. Os custos pessoais no entanto, são por vezes muitos.
Quinto: Actuar segundo principios espirituais em cada dia nas n/relações. A amizade merece um envolvimento total, uma partilha contínua, um dar permanente. Esses princípios são para mim o grande fundamento da minha vida. No amor, infelizmente não posso dizer o mesmo..

Anónimo disse...

Reverse ,obrigada pelo texto adorei .Faço da tua esrita a minha .

Beijinhosssssssss a todos

Carlota Joaquina

lobices disse...

...to REVERSE:
...
...é pena não podermos comentar no teu blog
...queria agradecer as tuas palavras neste meu canto
...deixa-me só "lamentar" as tuas últimas palavras: que "no amor" não possas dizer o mesmo que dizes da amizade...
...é que amar ainda é mais do que um dar permanente, é também um ser e um estar...
...obrigado

piquica disse...

Sem comentário.
No silêncio continuo, para dele fazer a minha voz.
Beijo.

Margarida de Campos Loia disse...

grrr...

reverse disse...

Já podes comentar no meu blog e agradeço a visita e o q já disseste.

Lia Noronha disse...

Grandes lições a serem praticadas...
Um bom fim de semana pra você.
beijos carinhosos.

wind disse...

Boas citações. bjs

Anónimo disse...

Loving yourself is a quiet thing. You don’t need blaring trumpets or a billboard to announce it to the world. Instead, when you’ve learned how to love yourself, you will feel the quiet inward turning of your consciousness toward you, to your value, to the unrepeatable beauty that you are.

(Daphne)

Noel Santa Rosa disse...

Primeiro – desistir da ideia de que a relação será perfeita...
A perfeição não existe, o que existe é a vontade de melhorar algo e se realmente se ama então a relação pode e deve ser melhorada a cada dia, isso só se faz analisando-nos e falando com o outro! O amor constróio-se a cada dia a paixão é efémera!

Segundo – muito provavelmente, ter mais do que uma relação significativa na vida;
Ao longo da vida temos muitas relações. Umas de amizade, outras de cumplicidade, outras de amor e outras de paixão e todas devem ser significativas. A mais significativa de todas é a que reune amizade+cumplicidade+amor+paixão!
Terceiro – desligarmo-nos das formas que conhecemos anteriormente;
Esquecer uma paixão quer a autora do texto dizer, porque esquecer um amor, não é possível.
As paixões passam, o amor de verdade nunca morre porque se constrói todos os dias.
Quarto – amar mais, de maneiras diferentes, com uma convergência talvez menos pessoal e seguramente menos auto envolvente;
Amar mais ou amar melhor?
Eu não posso amar mais uma pessoa, posso é melhorar a minha forma de a amar. Lá está a confusão entre paixão e amor!
Quinto – actuar segundo princípios espirituais em cada dia nas nossas relações.
Ah aqui sim. Aqui é que a porca torce o rabito, porque actuar espiritualmente não é fácil. Exige uma exegenese e nem todos são capazes de fazer o distanciamento de si mesmos e analisarem-se com clareza e auto-crítica.
Eu que o diga que para fazer isso quase me deram como maluquinha!