sábado, novembro 06, 2004

morrer

«Um até já, meu amor, que por amor se corre e por amor se não percorre; um até já, meu amor, pelas correrias que correste e pelas paragens à minha espera; um até já, meu amor, pelo amor caminhado, pelo amor parado como os dias que correm á nossa frente e nos arrastam irremediavelmente para essa morte; a morte do amor que de amor morreu no dia em que em vez de um até já, me disseste adeus.»

5 comentários:

Anónimo disse...

Para lá de todas as despedidas ou separações sem elas... o Amor sempre!

Beijo grande, querido Quim.

Sandra
(Void)

Anónimo disse...

Para mim, este é um dos textos mais belos que escolheste para nos encantares. E parabéns pelo fundo musical!
um grande beijinho
Carochita

El_Chemaniaco! disse...

Olá Joaquim, muito interessante o seu blog. Meu nome é Luccas e sou do Brasil. Talvez poderíamos conversar sobre Filosofia...

Anónimo disse...

Olá, Quim! Tanto o texto como o fundo musical são belos, mas induzem uma sensação de tristeza. Se a essa sensação juntar o facto de vc ter mudado a foto (de roupa vermelha, para roupa cinza), então a sensação aprofunda-se. Espero que seja, apenas, sensação minha.
Bom domingo. Beijo. DespenteadaMental

Thinky_girl disse...

Não era minha intesão magoar! De facto deve ter havido uma troca de teclas e disse "lovices" em vez de "lobices". Outra coisa foi a minha má compreensão do seu cometnário. Peço imensa desculpa pelo facto! Espero que não me tenha levado a mal! Cumprimentos da Thinky_girl